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Na ‘linha de frente’ da Olimpíada, voluntários esperam vacinas a tempo do início dos jogos

Por Juliana Sayuri
De Toyohashi (Japão)
(Para Folha de S.Paulo – 3/6/2021)

Foi nas arquibancadas de um jogo Brasil x Inglaterra, no Estádio Shizuoka Ecopa, na cidade japonesa de Fukuroi, que a tradutora Marina Suzuki, 58, se apaixonou por esportes. Eram as quartas de finais da Copa de 2002, realizada entre Coreia do Sul e Japão, que terminaria com o Brasil pentacampeão mundial.

Suzuki, uma brasileira radicada há 30 anos no Japão, ficou impressionada com a organização nipônica e o clima de festa verde-amarela no campeonato de futebol.

Onze anos depois, em 2013, quando o Japão foi escolhido para sediar a Olimpíada de 2020, ela já estava decidida a participar do megaevento esportivo para reviver o clima festivo, desta vez mais de perto. “Era um sonho ser voluntária na Olimpíada. Eventos dessa dimensão dependem muito de voluntários e eu queria fazer parte dessa história”, diz. […]

IMAGEM: TOKYO2020/THESEUS CHAN

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