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Carpe diem é lotar bares e ruas na pandemia?

Por Juliana Sayuri
De Toyohashi (Japão)
(Para TAB Uol – 5/7/2020)

“Carpe diem” já marcou tendências de tatuagem, perfume, música, filme, camiseta, bar, balada — e filosofia. Em tempos de pandemia, uma filosofia antiga, atual e polêmica. Na sexta-feira, 13 de março, dois dias depois da declaração de pandemia de Covid-19 pela Organização Mundial da Saúde, festas eletrônicas, casas de swing e bares continuaram abertos, indiferentes aos riscos do vírus Sars-Cov-2, como relatou a repórter Marie Declercq, do TAB.

“Todo mundo sai e foda-se, porque o mundo vai acabar de qualquer maneira”, definiu à época o empresário Facundo Guerra, do Vegas, sobre a vibe viver “como se não houvesse amanhã” no último fim de semana “pré-realidade”, isto é, às vésperas das diretrizes de isolamento no Brasil — que mal começaram em março e já podem ter terminado, como indica a reabertura das principais cidades do país, o segundo maior número mundial de mortes por Covid-19. […]

IMAGEM: UNSPLASH

 

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