aliás – estado

Na encruzilhada

Por Juliana Sayuri
De São Paulo
(Para O Estado de S. Paulo – 20/4/2014)

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Mau negócio. Assim Graça Foster, sabatinada por senadores na terça-feira, definiu a aquisição da refinaria americana de Pasadena pela Petrobrás, em 2006.

Antes símbolo da ascensão do Brasil no cenário global, catapultada com a descoberta do pré-sal, a gigante petroleira agora reflete fragilidades da economia brasileira, afetada por “escândalos e estagnação”, na expressão do New York Times.

“Quanto mais responsabilidades uma companhia tem, mais eficiente e transparente deve ser. Especialmente a Petrobrás, que está carregando nas costas o peso do Brasil”, considera o geoestrategista Parag Khanna, braço direito de Barack Obama em política internacional durante a campanha de 2008. “Países que não investem em infraestrutura não criam tantos empregos, não têm mobilidade econômica e social alta o bastante, não diversificam suas bases econômicas e, assim, são mais vulneráveis às flutuações do preço de commodities. Isso vale para o Brasil, infelizmente”, critica o intelectual. […]

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