aliás – estado

Não ande sozinha?

Por Juliana Sayuri
De São Paulo 

(Para O Estado de S. Paulo – 11/3/2013)
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Um, não. Mais de 100 corpos femininos estirados no chão, esquecidos à própria sorte nos confins da Índia oriental. Eram mulheres deixadas inconscientes num terreno após a esterilização sob condições desumanas. A cena, relatada no início de fevereiro, faz questionar a efeméride de março: o que há, de fato, para celebrar no Dia Internacional da Mulher?

Na sexta-feira, enquanto manifestações coloridas e protestos independentes se espalharam por diversos países para lembrar o histórico 8 de março (pró-Pussy Riot em Moscou, por liberdade com o Femen em Kiev, por justiça a Jyoti Singh Pandey em Nova Délhi, por direitos iguais nas Filipinas e na Indonésia, e a lista continua…), a canadense Françoise Girard estava no QG das Nações Unidas, em Nova York. Ali se reuniu com políticos e milhares de ativistas na Comission on the Status of Women (CSW) para discutir o presente e o futuro para a questão da violência contra a mulher no mundo, com especial atenção para os direitos sexuais e reprodutivos da mulher. […]

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